2007 . Santiago do Chile
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Localizada nas área sub-urbanas de Santiago do Chile, antes de chegar à Auto-Estrada Pan-Americana.
Um
terreno ambíguo, mas que na verdade tinha uma imagem muito rural, de
estradas em terra batida, e os lotes de grandes dimensões, para alem de
uma utilização inteligente das sebes altas, de modo a delimitar o
terreno e proteger a privacidade. Estas sebes enquanto bloqueavam
qualquer ligação com o contexto suburbano permitiam a vista distante
dos Andes, podendo ser percebida como uma camada exterior de pele de um
edifício, tornando-se assim um ponto de partida intrigante para o
projecto.
Utilizando esta nova percepção da sebe, desenvolvemos a ideia da casa baseada numa série de camadas de paredes separadas, que estruturam e favorecem progressivamente, o seu carácter difuso, começando no seu núcleo mais interno e sólido para o seu revestimento macio e delicado.
Ao contrário da casa tradicional, aqui existe uma transição gradual e indistinta entre o interior e o exterior, incluindo até o exterior na hierarquia dos espaços interiores.
O edifício é assim feito em 4 camadas, ( Cave de Betão; Prateleiras Empilhadas, Carapaça Esbranquiçada, Revestimento Suave) percebe-se que esta relação não é só climática, mas também formal e geométrica. Começa num núcleo rectangular simples, as diferentes camadas são construídas umas sobre as outras, criando formas geométricas cada vez mais complexas. Assim do interior para o exterior a casa passa por uma transformação de simples caixa a uma forma reflectora, semelhante a um diamante, tal como a casa é vista do exterior.
Os materiais utilizados vão de contraplacado e fórmica ate ao isolamento em policarbonato no revestimento, e por fim uma membrana de tecido usado especificamente em estufas, serve de protecção até 70% da energia solar.
Utilizando esta nova percepção da sebe, desenvolvemos a ideia da casa baseada numa série de camadas de paredes separadas, que estruturam e favorecem progressivamente, o seu carácter difuso, começando no seu núcleo mais interno e sólido para o seu revestimento macio e delicado.
Ao contrário da casa tradicional, aqui existe uma transição gradual e indistinta entre o interior e o exterior, incluindo até o exterior na hierarquia dos espaços interiores.
O edifício é assim feito em 4 camadas, ( Cave de Betão; Prateleiras Empilhadas, Carapaça Esbranquiçada, Revestimento Suave) percebe-se que esta relação não é só climática, mas também formal e geométrica. Começa num núcleo rectangular simples, as diferentes camadas são construídas umas sobre as outras, criando formas geométricas cada vez mais complexas. Assim do interior para o exterior a casa passa por uma transformação de simples caixa a uma forma reflectora, semelhante a um diamante, tal como a casa é vista do exterior.
Os materiais utilizados vão de contraplacado e fórmica ate ao isolamento em policarbonato no revestimento, e por fim uma membrana de tecido usado especificamente em estufas, serve de protecção até 70% da energia solar.












